Veja as melhores obras da SP-Arte

Por SILAS MARTÍ
Instalação do artista argentino Julio Le Parc, representado pela Nara Roesler, na SP-Arte
Instalação do artista argentino Julio Le Parc, representado pela Nara Roesler, na SP-Arte

Julio Le Parc. Mestre da arte cinética, o argentino Julio Le Parc tem na SP-Arte uma de suas esferas coloridas. São placas de acrílico azul que giram com o vento, criando um efeito ao mesmo tempo etéreo e cintilante no espaço.

Instalação de Attila Csörgö, da galeria Gregor Podnar, de Berlim, na SP-Arte
Instalação de Attila Csörgö, da galeria Gregor Podnar, de Berlim, na SP-Arte

Attila Csörgö. O artista húngaro faz esferas de papel flutuarem sobre jatos de ar nessa instalação. Dentro da pegada minimalista que marcou muitas obras da SP-Arte, a sua é uma reflexão sobre a leveza e o movimento.

Instalação da artista libanesa Mona Hatoum, que está na SP-Arte com a White Cube
Instalação da artista libanesa Mona Hatoum, que está na SP-Arte com a White Cube

Mona Hatoum. A artista libanesa, que teve há pouco uma retrospectiva na Estação Pinacoteca, contrasta ideias de movimento e paralisia ao arranjar essas bolinhas de gude no formato de um quadrado no chão.

Escultura de Amilcar de Castro, representado pela Marilia Razuk, na SP-Arte
Escultura de Amilcar de Castro, representado pela Marilia Razuk, na SP-Arte

Amilcar de Castro. Um dos maiores escultores do país, Amilcar de Castro tem uma série de suas peças de aço na SP-Arte. Seu método de cortar e dobrar o metal também joga com noções de peso e leveza, fazendo algo bruto parecer maleável em trabalhos que se tornam uma ode à estabilidade.

Instalação de Daniel Buren, representado pela Nara Roesler, na SP-Arte
Instalação de Daniel Buren, representado pela Nara Roesler, na SP-Arte

Daniel Buren. O artista conceitual francês tem agora uma exposição individual na filial carioca da galeria Nara Roesler e no pavilhão da Bienal criou para a SP-Arte uma instalação em que imita as formas das janelas do prédio modernista desenhado por Oscar Niemeyer.

Instalação de André Komatsu, da galeria Vermelho, na SP-Arte
Instalação de André Komatsu, da galeria Vermelho, na SP-Arte

André Komatsu. Um dos nomes escolhidos para representar o Brasil na próxima Bienal de Veneza, André Komatsu criou na SP-Arte uma série de esculturas em que pranchetas de arquiteto parecem se autodestruir, numa reflexão sobre o fracasso das utopias arquitetônicas.

Instalação do norte-americano Hank Willis Thomas, na galeria Goodman, na SP-Arte
Instalação do norte-americano Hank Willis Thomas, na galeria Goodman, na SP-Arte

Hank Willis Thomas. Usando linguagem publicitária, o artista norte-americano Hank Willis Thomas questiona esterótipos raciais, como a ideia do negro sempre representado como um homem mais forte e viril.

Instalação do artista cubano Diango Hernández, representado pela galeria Barbara Thumm, de Berlim, na SP-Arte
Instalação do cubano Diango Hernández, da galeria Barbara Thumm, de Berlim, na SP-Arte

Diango Hernández. Com cascas de laranja penduradas como serpentinas numa estrutura metálica, o cubano Diango Hernández contrapõe aspectos orgânicos e matrizes cartesianas da arquitetura, em especial o design minimalista propalado pela Bauhaus desde os anos 1930.

Obra do espanhol Juan Pérez Agirregoikoa, da galeria Carreras Mugica, na SP-Arte
Obra do espanhol Juan Pérez Agirregoikoa, da galeria Carreras Mugica, na SP-Arte

Juan Pérez Agirregoikoa. O artista espanhol Juan Pérez Agirregoikoa, que esteve na última Bienal de São Paulo com um remake do filme “O Evangelho Segundo São Mateus”, de Pier Paolo Pasolini, aqui revisita o desenho da bandeira do País Basco, só que com erros e numa paleta rebaixada, quase toda branca, uma crítica à incompreensão e à cegueira que envolve o terrorismo.

Obra de Marina Weffort, na galeria Marilia Razuk, na SP-Arte
Obra de Marina Weffort, na galeria Marilia Razuk, na SP-Arte

Marina Weffort. O trabalho da artista que começou com delicadas esculturas agora ganha um aspecto de pintura, mas continua sendo tridimensional. São pedaços de seda desfiados e presos a uma tela com alfinetes, criando um efeito de luminosidade cintilante.

Obra do italiano Giuseppe Penone, representado pela Gagosian, na SP-Arte
Obra do italiano Giuseppe Penone, representado pela Gagosian, na SP-Arte

Giuseppe Penone. O artista italiano ligado à arte povera tem na SP-Arte um trabalho em que colou espinhos de uma planta sobre uma tela branca, levando a ideia de natureza-morta a um plano mais conceitual.